Marta Nascimento é paraibana de João Pessoa. Fez seu primeiro contato com o palco aos 13 anos, cantando  a música Samba da Juventude , da autoria de Tecla Santana e Pedro Osmar em João Pessoa, no festival da musica paraibana. A partir daí, fez dele moradia, pois quando criança, já brincava de ser atriz e cantora. Seus pais não queriam que a garota partisse para a música e por isso, ela nunca aceitou os convites que lhe foram feitos. Aos 18 anos, participou de vários shows , como free lance, do grupo paraibano Ave e Viola.

Aos 22 anos,casou com um dos componentes desse grupo e foi morar em Barra Bonita ,  São Paulo, onde vive até os dias de hoje. Lá, juntamente com o seu esposo Gil de Rosa e Américo Ereno,deu início ao grupo que até hoje pertence (19 anos), TRIBO TERRA. A vivência com o Grupo deu a ela coragem para colocar o seu trabalho em evidência. Com esse grupo, tem dois cds gravados, como interprete, Do jeito da Vida, em 1997 e Eu plural , no ano de 2000. e lá, tem algumas de suas composições.

Com o grupo, participou de vários festivais, e com a sua autoria , colocou no  VIOLA DE TODOS OS CANTOS, a música ESSA NEGRA, com a parceria de Gil de Rosa, Américo Ereno e Humberto Almeida e no festival SESC MPB, TODAS AS TRIBOS, em João Pessoa , PB. a  música  QUINTAL. O grupo, por motivos pessoais, precisou dar um tempo, e apoiou quando ela resolveu lançar o seu primeiro solo, TOM CIGANO, que foi lançado em 2004 e enquanto o grupo se prepara para voltar, ela parte para o seu segundo solo, denominado PREFIRO SER ROMANTICA , com lançamento previsto para maio de 2007. Sua música  é tocada  nas rádios FM da região que mora e tem uma boa aceitação pelo público.

MARTA NASCIMENTO com mais de 100 músicas  engavetadas, veio mostrar realmente o seu trabalho de compositora , no cd solo, TOM CIGANO. Essa música , Tom cigano, foi gravada também , pela cantora Paula Vellozo em seu 2º cd, Comendo vento com sal e pelo pop rock Rafael Agostini. Compõe intuitivamente e não gosta muito de tocar violão em público,  pois costuma dizer que, toca apenas para compor, por isso, sempre tem um violonista que a acompanha. Mas, de vez em quando, se atreve. Compõe a maioria das músicas que canta e quando está inspirada, se junta a novos parceiros para ampliar sua divulgação. Apesar de não se sentir uma boa interprete, diz: como uma música só pode ser conhecida se alguém cantar, canto eu, a minha! 

Sua inspiração, com certeza, vem dos compositores nordestinos, mas, com personalidade, consegue ter identificação musical. Eclética, gosta de ouvir Vital Farias, Zeca Baleiro, Cordel do Fogo Encantado, Tom Zé, Boca Livre, Diana Miranda, Dominguinhos, Fábio Júnior, Roberto Carlos, Clara Nunes, Zizi Possi, Lenine, Chico Buarque, Zélia Duncan, Adriana Maciel, o saudoso Gonzaguinha, Antonio Barros e Ceceu, Biliu de Campina, entre tantos outros.

Divide o palco com seus trabalhos domésticos e é voluntária da TVC Jaú,  produzindo e apresentando o programa Olho Clínico. Canta para espantar os males da vida e essa herança , ela diz orgulhosamente, vem do seu pai, PEDRO JOSÉ DE SANTANA, aquele que despertou nela a vontade de cantar, criar e fazer com que os seus sonhos se tornassem realidade.

 

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